Geralmente o servidor comissionado procura não usufruir das suas férias visando constituir uma reserva para o caso de uma demissão imediata ou à alternância de poder, como a mudança de gestores no Executivo e de representantes no Legislativo, e esse comportamento gera uma demanda reprimida de receitas que impacta intensamente na alocação de recursos municipais.
Estudos preliminares apontam para uma despesa extra de aproximadamente um milhão de reais ao erário municipal provocando um aumento substâncial na folha de pagamento. De acordo com Marcus Vinícius, precisa-se priorizar os recursos para os demitidos visando minimizar o impacto do desligamento ao governo municipal. Ainda de acordo com o Prefeito, esse é um procedimento comum em todas as vezes que muda o gestor do município, mas, é sempre difícil ter que demitir servidores sabendo que na sua grande maioria o apoiaram na eleição.
Por outro lado, o Prefeito entende que não pode deixar cair a qualidade dos serviços públicos e garante que os novos comissionados serão admitidos o mais rapidamente possível. Existem compromissos políticos e técnicos, dos quais, Marcus Vinícius terá que equilibrar, pois assumiu o governo de um antecessor muito bem avaliado pela população.
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